01 de fevereiro de 2017

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  1. Taxonomia

Nome Comum Caramujo Africano
Reino Animalia
Filo Mollusca
Classe Gastropoda
Ordem Stylommatophora
Família Achatinidae
Gênero / Espécie Achatina fulica

 

  1. Generalidades

            Nativo do nordeste da África, o Caramujo Africano (Achatina fulica) foi ilegalmente introduzido no Brasil na década de 80, visando o cultivo e comercialização como alternativa ao escargot (Helix aspersa).

            Fugas ocasionais e o abandono dos animais após o fracasso nas tentativas de comercialização contribuíram para dispersão deste animal no Brasil, tanto no ambiente silvestre como urbano. O Caramujo Africano adaptou-se aos mais variados ambientes devido a quatro fatores básicos:

– Alta taxa reprodutiva (São hermafroditas, capazes de 04 posturas por ano, cada uma com 50 a 400 ovos);

– Capacidade de adaptação aos mais variados ambientes e condições climáticas (Suportam altas e baixas temperaturas, sendo capazes de hibernar nos períodos em que a temperatura fica abaixo dos 10ºC);

– São herbívoros generalistas, ou seja, se alimentam de frutas, hortaliças, flores e folhas de diversas espécies de vegetais;

– Não possuem predadores naturais no Brasil.

Um animal adulto pode chegar a mais de 15 cm de comprimento e pesar aproximadamente 200g.

  1. Danos / Riscos

            O Caramujo Africano é considerado uma praga agrícola, pois se alimenta de várias espécies de vegetais cultivados (frutas, hortaliças, plantas ornamentais, etc.), causando prejuízos econômicos significativos. Também pode causar danos a hortas e jardins em ambientes urbanos.

            Além dos prejuízos econômicos, esses animais representam um risco potencial à saúde pública, uma vez que são hospedeiros intermediários de dois vermes que podem causar doenças graves, tais como:

Angiostrongylus costaricensis: Causador da angiostrongilíase abdominal. Esta doença provoca fortes dores abdominais, febre, perda do apetite e vômitos, podendo culminar com a perfuração do intestino e hemorragias. Em casos extremos pode ocasionar a morte.

Angiostrongylus cantonensis: Causador de meningite eosinofílica (angiostrongilíase meningoencefálica). Esse tipo de meningite ocorre quando o verme se aloja no sistema nervoso central do paciente, provocando a inflamação das meninges (membranas que recobrem o cérebro).

  1. Controle

As principais medidas de controle da população de Caramujos Africanos são o controle físico e o controle químico:

– Controle físico: Coleta e posterior destruição dos animais (sempre utilizar luvas para manusear os animais);

– Controle químico: Utilização de produtos químicos com ação moluscicida para controle da infestação.

A DIPIL possui uma linha completa de iscas moluscicida para controle de caramujos africanos, lesmas e caracóis.

MADELESMA GARDEN

Isca Moluscicida Granulada

Fosfato Férrico …………3%

Eficaz contra lesmas e caramujos. Protege seu jardim desde a primeira aplicação, não deixa resíduos tóxicos e não agride o meio ambiente.

Isca moluscicida granulada

Metaldeído…………………..3%

Ideal para controle profissional em ambientes urbanos.

Apresenta alta atratividade e elevado poder de controle.

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Metaldeído…………………..3%

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Apresenta alta atratividade e elevado poder de controle.

Apresenta maior resistência a umidade.